sábado, 24 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
USAM avisa que luta não termina hoje
"A luta não começou hoje, nem acaba hoje, estamos na disposição de muito mais lutas para que este Governo e os que vêm a seguir mudem atitudes e governem em prol dos trabalhadores e não das clientelas dos grandes grupos económicos", disse Álvaro Silva.
Numa conferência de imprensa no Funchal, onde fez o balanço da greve geral que termina às 24 horas, Álvaro Silva reiterou que a adesão à greve, decretada pela CGTP, foi superior à de 24 de Novembro, quando as duas centrais sindicais estiveram juntas no protesto.
"Houve um aumento da participação, mas o aumento deveu-se ao sector privado".
Para o dirigente sindical, estes valores têm uma leitura decorrente do aumento do desemprego e do encerramento de empresas: "Há um descontentamento da população da região".
Agradecendo aos que abdicaram de um dia de salário "que faz falta a toda a gente nos dias de hoje" para aderir à greve, Álvaro Silva repetiu que daqui para a frente o caminho "é só um, o da luta".
"Os madeirenses têm, aos poucos e poucos, de perder o receio e o medo de vir para a rua reivindicar os seus direitos", declarou, defendendo que têm de demonstrar que não estão "agachados ao poder dos sucessivos governos que fazem leis contra os trabalhadores, contra a população".
Maior manifestação de sempre numa Greve Geral na Região
quarta-feira, 21 de março de 2012
Primeiros números da adesão à greve muito positivos.
Estes números são bastantes animadores e demostram que esta greve representa o descontentamento dos trabalhadores com as políticas aplicadas no país e na região.
terça-feira, 20 de março de 2012
Sindicato da Construção Civil, dá conta de uma situação insustentável, do aumento das dificuldades sentidas pelas famílias madeirenses, e apela à participação na Greve Geral de 22 de Março. Noticia Cidade Net

Um dos casos mais recentes está ligado ao despedimento de quase 100 trabalhadores na Tâmega Madeira. O sindicalista, apesar de não ter uma confirmação desta intenção, não se mostra surpreendido. Pelo contrário, se a empresa não encontrar urgentemente um rumo o “mais certo é fechar as portas”.
E nem o pagamento do Governo Regional aos fornecedores vai atenuar a situação das empresas. “A verba que está anunciada é praticamente para pagar juros e falta ver qual é a prioridade nos pagamentos”, alerta, lembrando que a saúde e outras áreas prioritárias também acumulam dívidas
Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários e Atividades Metalúrgicas da Madeira Tâmega Madeira vai dispensar uma centena de trabalhadores. Noticia DN

A mesma fonte escusou-se a revelar quando é que o despedimento dos trabalhadores das empresas do grupo Tâmega Madeira vai ocorrer, assim como as razões que levaram a OPWAY a tomar esta medida.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários e Atividades Metalúrgicas da Madeira, António Gouveia, afirmou que esta "situação já era previsível", pelo que não ficou admirado com a decisão da OPWAY de avançar para o despedimento colectivo.
"A empresa tem para receber muito dinheiro do Governo Regional, de obras feitas há cinco e seis anos que nunca foram pagas e que os administradores não deveriam ter deixado arrastar", declarou António Gouveia, destacando, por outro lado, o facto de o investimento em obras públicas "estar praticamente parado na Madeira", do qual "dependia esta empresa", assim como "outras na região".
Segundo o sindicalista, "é impossível manter os postos de trabalho sem obras".
António Gouveia admitiu, por outro lado, que a "conjuntura económica" na região, a implementar um plano de ajustamento financeiro, está a precipitar o despedimento de trabalhadores, a que acresce a situação do país, "com as empresas a terem dificuldade de recorrerem ao crédito".
Para o responsável, o caso da Tâmega Madeira é, apenas, "a ponta do icebergue", acreditando que casos como o do grupo se vão "multiplicar" no arquipélago.
"O aumento do IVA e dos combustíveis, a partir de abril, como está no plano de ajustamento, vai afundar mais empresas e aumentar o desemprego", advertiu o dirigente.Em Setembro do ano passado o grupo Tâmega Madeira iniciou o despedimento coletivo de 133 trabalhadores, informou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários e Atividades Metalúrgicas.
No dia 23 desse mês, uma centena de funcionários concentrou-se em frente à sede do Governo da Madeira, no Funchal, em protesto contra o atraso no pagamento do salário de agosto e do subsídio de férias.
Antes, a 31 de Agosto, cerca de 400 trabalhadores cumpriram um dia de greve devido ao atraso no pagamento do salário de Julho e, ainda, do subsídio de férias a alguns funcionários.António Gouveia disse que neste momento não existem salários em atraso no grupo Tâmega Madeira.
O desemprego no sector da construção civil e obras públicas atinge números avassaladores. Na Região Autónoma da Madeira, nos dois primeiros meses do ano, mais de três mil trabalhadores ficaram sem emprego e outros tantos são sujeitos a pressões diárias.
Perda de um dia de salário para fazer greve geral é um investimento no futuro para manter direitos adquiridos. CGTP-IN
O secretário-geral da CGTP defende que a perda de um dia de salário para fazer greve geral é um investimento no futuro para manter direitos adquiridos. Arménio Carlos desafia os trabalhadores a fazerem as contas.
RTP -19 Março 2012
RTP -19 Março 2012
Sindicato da Hotelaria espera maior adesão à greve geral do dia 22 de Março Noticia DN
O Sindicato da Hotelaria espera adesão à greve geral do dia 22 de Março, mas teme que as circunstâncias actuais, agravadas pela nova lei do desemprego e pelo número de encerramento de empresas, venham a intimidar os trabalhadores. "Isto são formas de meter medo aos trabalhadores", disse Adolfo Freitas.
Ainda assim, o dirigente sindical afirma que a reacção dos trabalhadores, nas reuniões realizadas nas empresas, geram algum optimismo relativamente à participação, podendo mesmo ultrapassar a adesão da última paralização, a 24 de Novembro.

Após um plenário de trabalhadores, realizado na sede sindical, para análise à preparação da greve, Adolfo Freitas apontou as medidas de austeridade e as alterações ao código de trabalho como o "maior retrocesso social depois do 25 de Abril". No caso do código de trabalho, afirmou que vem retirar um conjunto de direitos que os trabalhadores têm actualmente, dando o exemplo da implementação do banco de horas e da eliminação de quatro feriados como medidas potenciadoras de "trabalho de escravo".
O Sindicato esteve em 30 empresas para alertar os trabalhadores sobre estas alterações e apelar à participação na greve. Amanhã, estará também em 37 empresas para o contacto directo com os trabalhadores e para distribuição de comunicados e na quarta-feira marcará presença em mais quatro hotéis do Caniço.
Na quinta-feira haverá patrulhas a convidar os trabalhadores a aderirem à greve. Nesse dia, a partir das 10 horas, sairá uma delegação de junto do Hotel Regency Palace que fará o percurso até à entrada do Casino da Madeira. Daí sairá a manifestação até à placa central da Anevida Arriaga
segunda-feira, 19 de março de 2012
CDU quer criar "frente social de oposição" para "derrotar o jardinismo" Noticia DN

"Esta mobilização popular constitui um momento importante para que se possa dar visibilidade e voz ao protesto contra o jardinismo e o plano de agressão que o jardinismo está a querer impor ao povo e à Região", defendeu, apontando que o plano de ajustamento será "extremamente violento e devastador" para a Madeira e que os madeirenses não devem se resignar ao que foi apresentado e acordado.
Edgar Silva disse ainda que "a derrota do jardinismo só será possível se houver uma grande mobilização também na rua" e com a criação de uma "frente social de oposição às políticas de direita", que envolva os partidos, a população e as várias organizações sociais e políticas. "Nós consideramos ser condição indispensável erguer essas frente social de oposição ao jardinismo e às políticas de direita", vincou, afirmando que a concentração de quinta-feira será "o primeiro momento para um longo processo até que se ponha de pé a frente social de oposição".
Subscrever:
Mensagens (Atom)