terça-feira, 16 de outubro de 2012

PCP denuncia "ofensa aos direitos humanos" na Região noticia DN

Foi na Camacha, no Bairro da Nogueira, que o PCP falou do empobrecimento da população, do aumento da miséria e da fome. Não só naquele bairro e naquela freguesia, mas por toda a Região.
Edgar Silva atribuiu o fenómeno a políticas erradas do Governo PSD/CDS, na República, e PSD, na Região.
Diz o coordenador do PCP que, em vez de medidas de salvaguarda dos direitos humanos, "aqui, é feito ao contrário". Edgar Silva fala mesmo numa "política vergonhosa de ofensa aos direitos humanos."
A iniciativa comunista aconteceu no 'Dia para afirmação dos direitos à alimentação'. Amanhã é outro dia simbólico, o da erradicação da pobreza

Um Orçamento que atenta contra os trabalhadores e o povo



Honório Novo reagindo à entrega do Orçamento de Estado, classificou o documento como um dos mais graves ataques após o 25 de Abril, aos trabalhadores e ao povo. Esta política e este governo têm de ser derrotados antes que arruínem portugal, concluiu.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

“Trabalhadores da HF pagam cortes de 15% nas indemnizações” noticia Cidade Net

O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários e Atividades Metalúrgicas da Região Autónoma da Madeira (STRAMM) esteve reunido esta manhã com a administração da empresa Horários do Funchal (HF).
No final do encontro em declarações à comunicação social, António Gouveia, da direção do sindicato declarou que a administração da referida empresa está a colocar os trabalhadores a pagar o corte de 15% das indemnizações compensatórias efetuado pelo Governo Regional no âmbito do Plano de Ajustamento Económico e Financeiro da RAM.
“Não há aumentos há dois anos, foram cortados os subsídios de férias e de Natal, o trabalho extraordinário em feriados e é com esses cortes que a empresa está a aguentar a redução de 15% nas indemnizações compensatórias que o Governo Regional deve à empresa”, acusou o sindicalista. O pagamento do trabalho extraordinário em feriados vai ficar como está na lei e não como diz o código coletivo de trabalho adiantou ainda o dirigente sindical. em
António Gouveia referiu ainda que a alteração das carreiras no início do ano letivo, obriga, atualmente, os trabalhadores a fazer sete e seis horas consecutivas quando, na lei, um motorista não pode estar ao serviço mais do que cinco horas seguidas. O dirigente sindical adiantou que a empresa comprometeu-se, no entanto, a resolver este assunto.
Já sobre a privatização da empresa António Gouveia disse que a administração adiantou que o assunto ainda está a ser debatido na Assembleia, mas o STRAMM está contra a privatização da HF. (Vídeo dentro de instantes).

Sobre os resultados das eleições para a Assembleia Legislativa Regional ...



O resultado da CDU – traduzido na confirmação da sua representação parlamentar – construído no quadro de uma campanha marcada por uma ostensiva desproporção de meios e pela indisfarçável promoção bipolarizadora para animar falsos distanciamentos entre PS e PSD, confirma a CDU como uma importante força regional indispensável à luta por uma vida melhor e ao progresso da região autónoma dos Açores.
O PS, alcançando uma maioria absoluta, obtém um resultado que não é alheio à abusiva utilização em seu benefício dos recursos e meios do poder regional, assim como à penalização imposta pelos açorianos à governação nacional do PSD, mal-grado as manobras da candidata regional deste partido para simular um falso distanciamento com Passos Coelho e a direcção do seu partido.
O PCP não pode deixar de alertar para uma política que prossiga na região o rumo de desastre que os subscritores do Pacto de Agressão estão a impor ao país. Recordando a extensão já aceite e subscrita pelo governo regional do PS de um programa de “assistência financeira” que agride duplamente os trabalhadores e o povo açorianos e atenta contra a autonomia da região, o PCP denúncia o risco de novas agressões aos rendimentos, condições de vida e direitos dos açorianos.
O PCP saúda todos os candidatos e activistas da CDU que com a sua intervenção construíram a campanha de esclarecimento da Coligação nas nove ilhas da região.
Uma saudação que se estende aos eleitores que com o seu voto deram o seu apoio à CDU e ao seu projecto assegurando-lhes que a confiança agora depositada será inteiramente correspondida pelo trabalho, a iniciativa e acção do PCP e da CDU nas muitas lutas dos trabalhadores e do povo açorianos contra o Pacto de Agressão e as políticas que, no país e na região, impõem o actual rumo de exploração, empobrecimento e declínio.
Ontem como hoje, os açorianos podem continuar a contar com o PCP, com a sua inabalável determinação na defesa dos interesses populares e na luta por uma política alternativa, patriótica e de esquerda capaz de dar resposta aos problemas do País e abrir caminho a uma vida digna e a um Portugal com futuro.